

16% dos convidados nacionais planeia gastar entre 100€ a 300€ por casamento, nos próximos seis meses e apenas 2% mais de 1.000€;
Com o aproximar da época dos casamentos, a Klarna, banco digital global e fornecedor líder de pagamentos flexíveis, revela que os convidados de casamento e os futuros noivos em Portugal estão a deixar de lado a correria de última hora em favor de algo muito mais satisfatório: uma abordagem realmente inteligente para uma das épocas mais caras e mais alegres do ano.
Ser convidado para um casamento é um compromisso. Há a roupa, o presente, o hotel, a viagem e, se for um casamento num destino específico, um fim de semana inteiro fora. Os números falam por si: de acordo com um inquérito da Klarna, 16% dos convidados portugueses planeia gastar entre 100€ a 300€ por casamento nos próximos seis meses, 8% entre 301€ e 600€, 4% entre 601€ e 1.000€ e 2% mais de 1.000€. Um investimento significativo, especialmente para aqueles cujas caixas de correio já estão cheias de convites de casamento.
A boa notícia? Os convidados de hoje sabem disso. Acabou a era de abrir a aplicação do banco numa manhã de domingo e arrepender-se profundamente das escolhas de vida. Mais de metade (74%) dos portugueses definem agora um orçamento antes de se comprometerem com qualquer plano social, incluindo os casamentos.
O timing é a verdadeira arma secreta. Por exemplo, 20% dos portugueses pagaram mais pelas viagens simplesmente por as terem deixado para a última hora, gastando em média mais 97€ por viagem apenas em transportes. Numa época repleta de fins-de-semana prolongados e de idas para as vinhas soalheiros do Vale do Douro ou para uma cerimónia no topo de uma falésia da costa alentejana, os custos acumulam-se rapidamente.
“A época dos casamentos é uma das alturas mais alegres do ano, mas sem planeamento, pode também tornar-se silenciosamente uma das mais caras“, afirma Karoline Bliemegger, especialista em finanças da Klarna. “Os convidados que terminam o verão a sorrir, tanto a nível financeiro como emocional, são aqueles que encaram toda a época como um grande momento, e não como uma série de momentos individuais aos quais vão reagindo.”
Karoline Bliemegger deixa um conjunto de dicas para quem quer ser o convidado mais inteligente da festa:
Agora, para aqueles que vão mesmo casar
Enquanto os convidados dominam a arte de confirmar a presença de forma inteligente, um outro grupo de portugueses está a jogar um jogo ainda mais longo. De acordo com o INE, a idade média do primeiro casamento em Portugal é agora de 35,8 anos para os homens e de 34,3 anos para as mulheres, e com mais anos de poupança, os casais portugueses de hoje estão a aproximar-se do grande dia com uma intenção financeira real. Não é surpresa, então, que o inquérito da Klarna revele que 5% dos portugueses entre os 18 e os 34 anos estão a poupar ativamente para o seu próprio casamento.
A situação merce atenção, porque eis o que ninguém conta quando se fica noivo(a): a maior ameaça ao orçamento do casamento não é o florista ou o buffet. É o Instagram. Num mundo onde a curadoria dos feeds é perfeita e os boards de inspiração são, aparentemente, infinitos, é fácil cair na armadilha de comparar o grande dia de cada um com os melhores momentos de outra pessoa e, silenciosamente, inflacionar o orçamento para se igualar.
“Não é tanto sobre quanto se gasta, mas de gastar com o que realmente é importante para cada casal, em vez do que cada um acha que deveria ter. Um casamento dura apenas um dia. As escolhas financeiras que forem feitas podem ter consequências muito mais duradouras“, refere Karoline Bliemegger.
Dicas da Karoline para casais inteligentes:

