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O ROCK IN RIO 2024 É UMA CERTEZA QUE NÃO VAI QUERER PERDER

Créditos: radiogeice.com

O Rock in Rio Lisboa 2022 somou quase 300 mil pessoas ao longo dos quatro dias.  

“A próxima edição é em 2024. O protocolo com a Câmara [Municipal de Lisboa] é para duas edições – esta de 2022 e de 2024”, novamente no Parque da Bela Vista, onde o festival acontece, de dois em dois anos, desde 2004, disse Roberta Medina à agência Lusa. 

A 9ª edição, que terminou no passado domingo, 26, deveria ter acontecido em 2020, mas acabou por ser adiada devido à pandemia da Covid-19. Assim, as pessoas tiveram de esperar quatro ano para voltar ao festival, em vez de dois.  

Ao longo de quatro dias, segundo a organização, a Cidade do Rock, como é chamado o festival, recebeu cerca de 287 mil pessoas: 74 mil no dia 18 de junho, 63 mil no dia 19, 70 mil no sábado, 25, e 80 mil no domingo, 26, o único com lotação esgotada. 

Segundo Roberta Medina, sessenta mil dos bilhetes usados este ano tinham sido vendidos para a edição de 2020. Do total de bilhetes vendidos, 9% foram reembolsados, tendo em conta os adiamentos de 2020 e 2021 e o cancelamento do concerto dos Foo Fighters, cabeças de cartaz do primeiro dia, que acabaram por ser substituídos pelos Muse. Há ainda a registar um aumento do número de bilhetes vendidos no estrangeiro, totalizando “pelo menos 20 mil ingressos vendidos para 39 países diferentes”. 

Roberta Medina justifica este aumento de vendas com o facto de a organização estar a trabalhar “mais internacionalmente”. “Quando a gente veio [para Portugal] a pergunta era ‘porquê Lisboa?’ Hoje, Lisboa é um ativo do festival”, afirmou. 

Segundo a diretora do Rock in Rio Lisboa, além de o protocolo com a autarquia da capital garantir o regresso em 2024, está também assinado um acordo com o patrocinador principal deste ano, a empresa Galp, que prevê mais uma edição. 

Em relação a esta última edição, afetada pela pandemia da Covid-19 e pela guerra na Ucrânia, Roberta Medina confidenciou que “o desafio foi antecipar o planeamento”. “A nossa preocupação era todo o impacto de logística que o mundo estava a viver por causa da pandemia. Começámos a fechar os contratos em novembro. Os fornecedores entregaram com antecedência. […] O patrocínio cresceu e eu acho que é uma coisa de um projeto sólido, que dá confiança às marcas em horas difíceis”, disse à Lusa. 

Na 9.ª edição, o orçamento, que inclui permutas e contrapartidas, foi de 25 milhões de euros, valor parecido com as anteriores. Sobre o impacto financeiro do festival, Roberta Medina remeteu para dados de 2008, referindo ser de 63 milhões de euros. 

Artigo por Maria Ana Tojo

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