Estudo revela que quase um terço das mulheres não faz exames mamários com frequência

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Estudo revela que quase um terço das mulheres não faz exames mamários com frequência

exame mamário

Um estudo revela dados preocupantes já que cerca de um terço das mulheres não faz exames mamários com frequência e um quarto delas não sabe examinar o seu próprio peito. A discussão sobre a saúde da mama é essencial desde tenra idade.

Com uma em cada sete mulheres diagnosticadas com cancro da mama ao longo da sua vida e com a deteção precoce a ser crítica, neste Mês de Consciencialização do Cancro da Mama, a Avon lançou o seu novo estudo, o Global Boob Census 2023 e encoraja a sua comunidade a Sentir o #BoobLove, verificando o seu corpo como parte da sua rotina mensal, reconhecendo o que é normal para si, para que seja mais fácil detetar quaisquer alterações que possam estar ligadas ao cancro.

Segundo o Global Boob Census 2023, que contou com um total de 3.095 inquiridas do sexo feminino (18+) na Turquia, Roménia e Itália, quase um terço (32%) das mulheres não fazem um exame mamário anual por um profissional de saúde e mais de um quarto (28%) das que fazem um exame mamário por um profissional de saúde admite não fazer exames mamários há dois anos ou mais. Em casa, pouco mais de um terço (34%) admite não verificar os seus seios quanto a sinais de alterações pelo menos uma vez por mês, enquanto mais de uma em cada 10 (13%) nunca o fez.

Além disso, 14% destas mulheres nunca foram examinadas por um profissional médico, apesar de lhes ter sido proposto um exame mamário regular na sua idade. Quando questionadas sobre os motivos que as levaram a não efetuar um exame mamário de rotina no último ano, quase um quarto (22%) disse que se tinha esquecido de marcar uma consulta e quase um quinto (16%) não sabia que havia um exame de rotina disponível. Mais de uma em cada 10 (14%) pensa que é demasiado jovem para ser afetada pelo cancro da mama e um número semelhante (13%) está demasiado preocupado para ir a uma consulta.

Detetar sinais e estar informada

23% das mulheres não estão confiante de que conseguiriam detetar um sinal de cancro da mama se estivessem a examinar o seu peito. Quase um quarto (23%) das mulheres, não está confiante de que conseguiria detetar um sinal de cancro da mama se estivesse a examinar o seu peito sozinha. 7% nunca foram informadas sobre a saúde da mama ou o cancro da mama. Quando questionadas sobre onde aprenderam sobre a saúde da mama e o cancro da mama, as inquiridas mencionaram o seu médico de família/profissional de saúde (40%), pesquisa online (32%), televisão (24%), pais/responsáveis (26%) e escola/ faculdade/ universidade (15%).

Entre as raparigas adolescentes inquiridas com idades compreendidas entre os 14 e os 17 anos, mais de um quinto (22%) manifestou desconforto ao falar sobre a saúde da mama com as amigas, por se sentirem embaraçadas em falar sobre o assunto (33%) e por acharem que é privado (48%). A investigação da Avon indica que quase um quinto (18%) das raparigas adolescentes se sente desconfortável em falar sobre a saúde da mama com familiares, pois “é embaraçoso” (40%) e “é privado” (33%).

As plataformas de redes sociais, incluindo o TikTok, desempenham um papel importante na sensibilização para a saúde da mama para um terço (33%) das adolescentes, com quase três quartos (72%) a manifestarem uma maior probabilidade de prestar atenção às mensagens de sensibilização para a saúde da mama quando as encontram nas redes sociais.

A Avon está empenhada na sua Promessa do Cancro da Mama há mais de 30 anos, que visa garantir que nenhuma mulher é deixada na ignorância no que diz respeito ao cancro da mama. Durante esse tempo, a marca doou 951 milhões de dólares a causas do cancro da mama em todo o mundo, educando 180 milhões de mulheres sobre o assunto e financiando o rastreio do cancro da mama a 17 milhões de mulheres em todo o mundo. Em Portugal, desde 2004, a AVON ofereceu sete mamógrafos digitais a
diferentes hospitais públicos de todo o país e em 2016, um mamógrafo digital móvel, ao Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro, e doou mais de 198 mil euros à instituição.

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